Amapá Jovem é reeditado para proporcionar mais qualificação, estágios e emprego

O governo fechou agosto com duas grandes conquistas para a juventude do Amapá. A aprovação do Conselho da Juventude (Cejuv) e a reativação do Amapá Jovem foram comemoradas por diversos movimentos e entidades nesta quinta-feira, 31, quando o chefe do Executivo, Waldez Góes, assinou o decreto da nova regulamentação e reativação do programa.

O Mês da Juventude terminou, mas o governo está apenas começando as ações que visam estabelecer uma rede de atendimento para levar a todos os municípios do Estado cursos de qualificação profissional, estágios remunerados, bolsa de transferência de renda e oportunidades de emprego.

A nova versão do Amapá Jovem foi formatada para abranger o contingente populacional na faixa etária entre 15 e 29 anos, parcela que corresponde a 27,2% dos amapaenses, segundo o último censo do IBGE.

Os jovens que se tornarem beneficiários do programa poderão ter acesso a estágios remunerados e não remunerados para os níveis superior e médio; auxílio material escolar e uniformização, suplementação alimentar, passe livre escolar, qualificação complementar, oficinas esportivas e culturais e treinamentos na área da comunicação.

A remuneração para estagiários do Amapá Jovem varia  de R$ 280 a R$ 470. Monitores das oficinas e treinamentos serão remunerados em R$ 937. Para as ações de Transferência de Renda, os jovens receberão uma bolsa no valor de 120.

De acordo com a secretária Extraordinária de Políticas para a Juventude, Joelma Santos, além de estar na faixa etária do programa, outros requisitos para ingressar no Amapá Jovem são o cadastro ativo no CADÚnico e não possuir vínculo empregatício.

Inscrições

As inscrições ocorrerão através de editais por ações do programa no “Portal Amapá Jovem”, e em postos credenciados pelo programa, cuja seleção se dará através do sistema gerencial do Programa “Amapá Jovem”.

“Os jovens poderão acessar mais de um edital por ação, optando por um após seleção e classificação. Haverá avaliação psicossocial e visita domiciliar, a fim de constatar a veracidade das informações prestadas pelo jovem no ato da inscrição, assim como medir a qualidade de vida da família e definir o seu perfil referencial”, explicou a secretária de Juventude.